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2012-1 Indy Light

A procura pela emoção em correr nos ovais é tanta, que a Indy passou a ter três degraus. A Light, tradicional por seu clima amistoso e de companheirismo entre os adversários, representa o estágio intermediário com os Lola-Mercedes da década de 1990, para pilotos de Licenças B e C, também com corridas disputadas às sextas-feiras, a partir das 21h. Esta é uma das categorias mais marcantes no clube. Pilotos que já estão com experiência no sistema de competições em ovais, e que buscam experiência para se estabilizar e, em seguida, rumar para o grupo dos mais experientes.

Esta belíssima reprodução dos Lola fazem lembrar dos áureos tempos da CART nos idos de 1994 e 1995. Àquela época, os Lola travavam uma grande batalha com os Reynard, dividindo a preferência no grid norte-americano. Este modelo (e similares) já esteve nas mãos de Mario e Michael Andretti, Nigel Mansell, Bobby Rahal e Paul Tracy, entre outros. Mas a combinação com o motor Mercedes ficou famosa por um fato curioso, envolvendo outros dois grandes nomes do automobilismo. Emerson Fittipaldi e Al Unser Jr guiaram os Lola-Mercedes, mesmo correndo pela Penske, em uma situação curiosa: os Penske não estavam rendendo nada na classificação para as 500 Milhas de Indianápolis em 1995, então eles pegaram os Lola da Rahal-Hogan emprestados em situação desesperadora, mas mesmo assim não conseguiram se classificar para a tradicional prova.