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2013-3 Indy Light

A procura pela emoção em correr nos ovais é tanta, que a Indy tem duas divisões para balancear o nível das competições, separando os participantes por experiência. A Indy Light, tradicional por seu clima amistoso e de companheirismo entre os adversários, representa o estágio intermediário e de noviciado nos ovais com monopostos Lola-Mercedes da década de 1990, para pilotos de Licenças “C”, “D” e “Rookie”, também com corridas disputadas às segundas-feiras, a partir das 21 horas.

A combinação entre chassi Lola e motor Mercedes em 1995 foi representada na Indy (ou CART) por nomes como Bobby Rahal, Raul Boesel e Adrián Fernandez. Mas a física e reações, além do acerto deste bólido em si são idênticos aos do Reynard utilizados na Indy Pro, aproximando a Indy Light e tornando o aprendizado dos pilotos mais efetivo rumo a categoria máxima, extremamente seletiva. Entretanto, há duas diferenças básicas: a capacidade do tanque de combustível e o motor. Com 120 litros no tanque, 30 a menos do que na Indy Pro, o bólido da Indy Light pode ser considerado mais seguro, além de ter um motor com alguns cavalos a menos de potência, como parte do gradual aumento de velocidade entre as categorias Junior, Light e Pro, sendo este o nível intermediário.

Ainda assim, esta máquina supera os 380km/h, nos ovais mais velozes como Indianápolis, Daytona e Talladega, e proporciona um desafio intenso aos pilotos, seja em circuitos mistos, de rua, ovais curtos ou rápidos. A versatilidade deste carro permite ao competidor mostrar todos os seus conhecimentos e aprimorar sua técnica.